quarta-feira, dezembro 27, 2006

Carlos de Oliveira

" (...) E venha a morte depois/
fria como a luz dos astros:
que nos importa morrer
se não morrermos de rastros?"

Cantiga do ódio

(Hoje isto não dá para mais. Além de nova manifestação do milagre da multiplicação dos papeis na minha sala, o meu corpo voltou a dar sinais de não acompanhar a minha cabeça. Agora são os dedos. Bursite. Whatever. É nestas alturas em que dou por mim a pensar que era melhor ter saído parecida com um tanque de guerra. Recebia menos elogios mas era menos doloroso. Ainda por cima no colégio nunca me deixaram escrever com a esquerda - medo dos comunas?!!. )

2 comentários:

Magucha disse...

Não te deixaram escrever com a mão esquerda no colégio? Que estranho... Pensei que no "nosso tempo" já não fizessem barbaridades dessas.
Eu nunca tive problemas desses, mas a minha mãe e um dos meus tios tiveram o pulso esquerdo ligado por ordens do médico. Medo dos comunas, ou do mafarrico...

rodrigo ribeiro disse...

Olhando para a citação, percebo porque vivi 16 anos na rua Carlos de Oliveira, nº3.
Aliás, lá sempre me deixaram escrever com as duas mãos: A direita e a extrema-direita:-)
But that's just me...