quarta-feira, junho 24, 2009

A criatura

Recebo um e-mail, vindo da criatura, a dizer que me convoca para uma reunião.
Bom, olho para aquilo e como diz que assina pela Administração, encolho os ombros e decido ir.
Não posso estar muito tempo na reunião porque começou com meia-hora de atraso e o cliente está à espera e não tem culpa de eu ter sido "convocada" para a dita reunião sem que alguém me perguntasse se podia.
Afinal, a criatura parece que se andou a queixar do ambiente de trabalho. Engraçado... Não sei se terá dito que, quando se apanhou sem o respectivo chefe, teve a distinta lata de não me dar as notificações e de insinuar que eu as queria para fins estranhos. É que, como toda a gente sabe, esse tipo de considerações costuma melhorar imenso o ambiente de trabalho...

Férias e afins...

Vir de Bazaruto e dar de caras com esta salinha, o Tribunal de Sintra e realidades afins é dose!
Enfim, acabo de reservar voos para o Porto-Santo durante 18 dias do mês de Agosto. Agora, sim, o meu pai pode começar a dizer que eu passo a vida de férias.
Pequeno pormenor: os últimos dias (sete) são para dar um avanço no que vai ser o próximo livro.
É de direito e mais não digo. Por ora.

quarta-feira, junho 03, 2009

O Tribunal de Sintra

É bonitinho, tem um ar modernaço, o mobiliário é novo.
Problema: chega uma advogada de pé partido e de muletas e a bancada não se move, de modo que nem dá para meter uma cadeira para apoiar o pé. Céus!
Como a cabeça ainda funciona, não há justo impedimento, pelo que aqui a anormal teve de esperar meia-hora de pé pela criatura que diz que é colega (há poucos bancos porque assim fica mais bonito), andou de um lado para o outro do tribunal e nem sequer pode levantar o pé...
Amanhã há mais...

Amor com amor se paga...

Marinho Pinto defende Sócrates.
Em compensação, no exacto dia em que foi ao Prós e Contas foi publicado o diploma que permite aos advogados serem quase pessoas e terem filhos.

Coisas fantásticas

Hoje vi o Ricardo Costa dizer que um político tinha de ser escrutinado sobre os rendimentos a todo o tempo. Por momentos, pensei que estivesse a falar de Sócrates. Qual quê?! Era de Cavaco por acusa de uma história de umas acções que o homem comprou e vendeu...
Enfim...
Moral da história: Cavaco tem de prestar contas de acções que compra e vende quando não é Presidente da República. Já Sócrates não tem explicar nada sobre negócios que faz quando é Ministro.
Está giro isto. Quem havia de dizer que eu acabava a defender Cavaco Silva...