quinta-feira, setembro 24, 2009

Ah, pois!

Aqui a tonta aderiu ao meo fibra não sei o quê...
Aqui a tonta teve direito a um telefone fixo.
Resultado, alguém adivinha que número deram à tonta?
Um antigo do Hospital Júlio de Matos.
Resultado: desde as 13h00 de ontem e até às 18h00, o meu irmão atendeu oito almas que queriam marcar uma consulta externa.

Só comigo.

domingo, setembro 20, 2009

Medo, muito medo...

Esta semana tenho qualquer coisa como cinco encontros marcados... Com juízes!!!

sábado, setembro 19, 2009

Enfim...

É bom chegar a casa, fumar um cigarro enquanto olho pela janela para ver quem passa na Av. de Roma e, a seguir, enfiar-me num banho de banheira que quase pareceu não ter fim.

quinta-feira, setembro 17, 2009

Hoje sinto-me...

Como a música do Grande Ennio do Era uma vez na América.

terça-feira, setembro 15, 2009

Nem sei que título dar a isto...

Estou a voltar a ouvir o debate do Prós e Contras.
Então não é que, a propósito do que se pode fazer para salvar o país, há uma criatura que defende que o mais importante é clarificar o estatuto do embrião humano?!!!

quarta-feira, setembro 09, 2009

A voragem...

Não há nada melhor para curar um ataque acérrimo de profunda desilusão do que umas férias.
Mas, quando esse ataque vem justamente das férias (e não se pode ter outras), então a voragem do trabalho também serve o mesmo efeito.
Já não estou preocupada com o Porto-santo, o Pedro e afins... Agora, são os prazos, Senhor, os Prazos!!!!!

segunda-feira, setembro 07, 2009

Claro que sim...

Era suposto esta ter sido a primeira noite que conseguia dormir.
Era. Às 3 da matina toca-me o telemóvel. É o Pedro.
Começa com uma conversa surreal, a contar que está ainda a trabalhar, a desmontar o raio que o parta. Pergunto-lhe: "Mas tu ligaste-me às 3 da matina para me dizeres que estás a trabalhar? E não podes ligar antes à tua namorada a contar essas coisas?".
E eis que vem o resto... A Polícia foi junto dele, dizendo que eu sou louca, que estou à beira de um esgotamento, que tenho a mania e que só faço o que faço porque sou filha do meu pai.
Rewind. Esta que escreve está na sua casa de férias. É de noite. Vêm umas criaturas, andam pelo quintal, gritam e batem nas janelas. Chama-se a polícia que diz que não lhe pagam para saltar muros e não faz nada, acrescentando que, no meio daquilo, eu devia ter saído de casa para olhar para as caras deles e poder identificá-los.
A isto eu respondo duas singelas coisas:
a) da próxima vez que for lá vou levar arma e respectiva licença, de modo que passarei a dar tiros nos pés e joelhos de quem se andar a passear no meu quintal, pelo que se acabam os problemas de identificação (serão os que têm tiros nos pés);
b) gostava de ver o que faria a criatura se no meu lugar estivesse a mãe, mulher ou irmã dele.

Tudo isto é sintoma de que estou louca, desequilibrada e à beira de um esgotamento...
Claro que sim.
Do facto de ter tido medo - e isso é a única coisa que não me perdoo - resulta claramente que eu só faço o que faço porque sou filha do meu pai...
Mas ainda bem que esclarecem. Porque assim ficamos todos a saber que, se por ventura lhes fizerem isso a eles, quem se queixar é louco.



PS - Obviamente que também não jogo com o baralho todo por achar estranho que me liguem a dizer isto às 3 da manhã. Obviamente que sou louca por achar que uma alma que esteve ao meu lado tanto tempo deveria ter refutado aquelas aleivosias. Claro que não o fez. Não teve medo dos miúdos mas da Polícia a coisa já é diferente...

domingo, setembro 06, 2009

Um dos diálogos

- Que segurança tu me podes dar? Daqui a uns meses estás farta e eu faço o quê?
- Eu? Nenhuma. Nem a mim me seguro quanto mais a ti.
- Eu não posso arriscar.
- Tu és capaz de tudo mas não arriscas nada.

E ainda outra...

E outra para a banda sonora

Porque

há coisas que, apesar de tudo, não se escrevem, vou ter de me fiar na minha capacidade de memorizar cada instante destas férias.
Enquanto não escrevo a tal história (e assim de repente já tenho o nome do segundo homem que assiste na praia à 1ª cena), fica a banda sonora destas férias.

sexta-feira, setembro 04, 2009

De volta...

Pois é, à distância de 900 Kms, tudo me parece quase uma coisa irreal...
Mas aconteceu.
Tudo, do princípio ao fim.
E, a espaços, quase que me assusto com a minha lucidez.
A minha história - que começa e acaba lá - começa com um diálogo entre duas das personagens, em que uma diz que aquele dia em concreto é como a vida. Um início prometedor para um final deprimente. Exacto, é que foi isso mesmo...

quarta-feira, setembro 02, 2009

Eu e Porto-Santo

Tenho uma triste sina com todos os dias 31 de Agosto...
Ora, como é óbvio, este não podia ser excepção.
Na tarde de 31 de Agosto, levaram-me a minha cadela e nunca mais a vi.
De madrugada, entraram na minha casa e estiverem quase cinco horas no meu quintal, aos gritos e a baterem-me na janela...
Fui salva pelo Pedro. Duplamente, registe-se.
Esteve as tais cinco horas ao meu lado, de pressão de ar, ambos barricados dentro da minha própria casa.
Não me apetece sequer comentar a actuação policial mas adianto apenas que o que me disseram foi que devia ter saído de casa para os identificar...