terça-feira, julho 06, 2010

A morte

No dia de hoje tive conhecimento de mais duas mortes. Uma que era expectável. A outra completamente inesperada. Enredada no silêncio que estas notícias geram, dei por mim a pedir ao meu pai para ter cuidado e, simultaneamente, a pensar que devo viver intensamente. Tenho de viver em vez de gastar os dias porque a morte me pode colher ao virar da esquina, ainda por cima com todas as minhas cada vez mais evidentes fragilidades. No final, parece-me, o que conta foi o que fizemos da nossa vida. Talvez por isso eu gostasse de ter o direito de, naquele instante, pensar que fiz o melhor que pude.

2 comentários:

Maria disse...

hoje não há comentários. Só um abraço forte.

Poetic Girl disse...

É só nos damos conta da fragilidade da vida nesses momentos de dor... beijinhos