segunda-feira, agosto 13, 2007

Adeus, Nuno

Momentos há na vida, achava eu, em que valores mais altos se levantavam.
Depois de um telefonema absolutamente cretino, percebi que a amizade (que eu julgava ser mais forte que os nossos humores) que nos unia era, essa sim, um tigre de papel.
Tiveste honras de ser um dos meus melhores amigos.
Eras sempre aquele a quem eu ligava. Do pessoal da faculdade, eras aquele de quem eu era mais próxima.
Hoje, gelei.
Definitivamente, o meu pai não tem razão. Mau gosto não tenho com homens. Tenho, a maior parte das vezes, mau gosto para amigos. Como se vê.
Adeus, Nuno.

1 comentário:

Anónimo disse...

Pois, os ruis é que são de fiar. Fique-se pelos ruis...