Revi-o na segunda, após um fim-de-semana em Bragança agri-doce. De certa forma, ressalvadas certas diferenças, eu estava lá, numa das personagens. Não me visto nem nunca me vesti daquela forma. Nunca fui amante de um patrão (embora já tenha sido amante, como se sabe...). Nunca fui uma mulher fácil, seja nos afectos, seja na passagem directa para a cama. Mas estava lá.
É assustador. Tão assustador quanto eu estar convencida que o happy-end dali não se vai copiar para o esterco dourado em que se converteu a minha vida.
Por isso, reiterando uma frase que eu uso e que também lá vi: nunca pensei chegar aos 33 tão cansada... Mas cheguei. A este ritmo vou atingir os 34 ainda pior.
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