segunda-feira, dezembro 03, 2007

Pena...

Entro aqui, com o mesmo ar de sempre, como se nada fosse.
Deparo-me com o mutismo destas almas, como se a má desta história - que nem sequer é minha - fosse eu. E, somando o que já sei, imagino o resto.
A que se intitula louca fez aqui uma cena de faca e de alguidar na sexta-feira. E quem é que lhe foi tomar as dores? Ah, pois.
A meio da tarde vou ao blogue e deparo-me com um enorme absurdo, escrito com uma pesudo-ironia de algibeira.
A única coisa que me deixa profundamente triste é saber que a sua nova amiga do peito foi a mesma que lhe diagnosticou o mal. E fê-lo à frente de várias pessoas, numa conversa onde eu estive presente mas em que praticamente não tive intervenção. E a que tive foi para desviar a conversa.
Mas é mais fácil e mais cómodo colocar-me o rótulo a mim. Claro que é. Principalmente quando se busca solução e resposta para tantos erros.
Sou, portanto, eu a culpada. A culpada de dizerem que é ninfomaníaca.
Seja.
A única felicidade é eu saber que vocês as duas se merecem. Merecem-se tanto que nada mais posso desejar do que uma longa, longa amizade.
Agora sim consegui ficar verdadeiramente enojada com esta conversa.
Deixa-me em paz.
Achava que me conhecias melhor do que isso.

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