sexta-feira, setembro 08, 2006

Tirado da vida real para a história...

"- Foda-se, Rita, não me venhas com merdas. Não somos todos iguais?
- Não. Somos todos diferentes."

" - Podes fazer o que bem te apetecer. Podes chumbarem todas as cadeiras que os teus paizinhos hão-de continuar a mandar-te o caralho do cheque ao fim do mês.
- Não voltes a dizer "caralho".
- Caralho? Qual é o problema? Nunca ouviste esta palavra antes? Não é com ele que tu fodes a minha amiga todas as noites? Ah, pois é... esqueci-me. Tu para nos foderes a todos nunca precisaste de ter um caralho. A ti basta-te ser um caralho de um delator".

3 comentários:

Anónimo disse...

Era inevitável ter saudades de ler estas asneiradas monstras.
As férias fizeram-lhe bem, minha querida. Pelo que li voltou em grande forma. E, mesmo tendo sido triste, gostei de ter feito parte da sua Primavera. Aquela onde dizia estes disparates todos, a viva voz e com o ar de que fosse o que havia de mais aceitável para uma betinha do Filipa de Lencastre dizer.
Venha o verão. E quase adivinho que um dos próximos textos seus é a transcrição de uma conversa em que gritou imensos sinóminos de sexo. Quecas, pranchadas e outros iguais. Lembras-se? Pergunta tonta. Escreveu tudo, já nessa altura.
Beijo
M... de mestre!

Anónimo disse...

O trabalho no escritório deve estar a apertar... Não há novas? Compreendo também que a falta de comentários seja desmotivante para a introdução de novos textos (sobre as brisas do Porto Santo), será talvez essa a razão...

Xaxão disse...

Bom... Isto vai por partes!
Meu Mestre:
Sabe bem que escrevi grande parte, sim. Foram tempos brilhantes e em que me senti viva. E, espero que acredite, já não digo tantas asneiras. Penso, apenas. E escrevo.
Beijos
PS- Achei piada à do blogue. Não sou eu quem está em forma.

Segundo comentário:
Se é quem penso (e creio que sim...), estive no Funchal em trabalho a semana toda. Acharia graça ao que estive a fazer. Eu detestei e grande parte recusei-me a participar naquilo.
E eu não escrevo fundamentalmente para que me leiam. Escrevo porque sim. Por isso, como cantam as transvision vamp, quanto a isso, "I don´t care".