Não há nada melhor para curar um ataque acérrimo de profunda desilusão do que umas férias.
Mas, quando esse ataque vem justamente das férias (e não se pode ter outras), então a voragem do trabalho também serve o mesmo efeito.
Já não estou preocupada com o Porto-santo, o Pedro e afins... Agora, são os prazos, Senhor, os Prazos!!!!!
1 comentário:
Cheia de sorte... Há uns que perante a desilusão se esquecem dos prazos...
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