sexta-feira, setembro 04, 2009

De volta...

Pois é, à distância de 900 Kms, tudo me parece quase uma coisa irreal...
Mas aconteceu.
Tudo, do princípio ao fim.
E, a espaços, quase que me assusto com a minha lucidez.
A minha história - que começa e acaba lá - começa com um diálogo entre duas das personagens, em que uma diz que aquele dia em concreto é como a vida. Um início prometedor para um final deprimente. Exacto, é que foi isso mesmo...

9 comentários:

Noir disse...

Acho que sei onde começa a história...

Maria disse...

An ???

Mas se estás bem, tudo ok.

Xaxão disse...

Noir...

A história começa em casa e tu estás lá...


Maria Manuela


A história é mesmo uma história que eu ando há anos a escrever...

Bjs

Noir disse...

Eu se fosse a ti escrevi já em versão guião cinematográfico... eu escolho a banda sonora que passa com o killer queen nos créditos :D

Nuno disse...

Fico feliz por saber que continuas a tua história. Um dia espero ser surpreendido pela sua presença nos escaparates. Sempre achei que tinhas mais queda para a literatura do que para o direito!

Anónimo disse...

Nuno:

Dizer à Rita que ela tem mais jeito para escrever do que para o direito é um duplo erro.
Primeiro porque ela está em vias de fazer o doutoramento e, pelas minhas contas, será mesmo a mais nova, para além de ser uma excelente advogada.
Segundo e atendendo ao que vou sabendo, porque ela quer mesmo largar o Direito e isso seria cretino.
Está errado, minha querida. Escreva muito. Petições iniciais e isso e histórias. A tese, muito principalmente.
M.

Xaxão disse...

Nuno


Se és quem penso, olhe que não, olhe que não...
Mas era bom. Gosto muito mais de escrever outras coisas do que articulados...

Noir

A banda sonora é tua.

M

Meu M. De novo por aqui? Pois que estou já a ficar farta deste doutoramento. Dá para o trocar por umas noites de dança? Isso é que era.

Anónimo disse...

O amor é inseparável da morte. Sabes que amas porque te esqueceste de que existes; porque morreste para ti mesma, para viveres naqueles que amas. Se eles estiverem bem, então tu estás bem, ainda que estejas mal. Amar é dares-te. É não pensares em ti. É não quereres saber dos teus gostos, do teu bem-estar, do teu descanso, dos teus projectos, do teu futuro, por andares muito ocupada em construir aqueles que te rodeiam. É veres nessa morte para ti mesma o sentido e a plenitude da tua existência. Quanto mais deres de ti, quanto mais te doer o teu amor, mais alegria terás. E mais paz. Porque amas mais. (Paulo Geraldo)
GMDT

Beatrice von Bismarck disse...

Ahhhhhhhhh

:)

Percebi-te