quarta-feira, dezembro 10, 2008

Então, está bem.

Orçamento da Ordem dos Advogados está «resolvido»

Das duas uma: ou Marinho Pinto já tratou de arranjar procurações suficientes ou, então, tem o poder de prognose acerca do sentido de voto de uma assembleia que ainda não ocorreu.

2 comentários:

100anos disse...

Creio que Marinho faz com o orçamento da Ordem o mesmo que faz na sua postura geral, política ou social: toca de ouvido.
Diz em cada momento aquilo que lhe parece mais adequado para levar a água ao seu moinho (o problema é que fica por compreender que água é esta e que moinho é este).
É pouco rigoroso no que diz, atira à figura e faz a mancha para a defesa, tudo na base do “olhómetro”.
Exemplo disto é a punição da Ordem dos Advogados por ter dado entrada a um documento em tribunal (no caso da mulher julgada por homicídio da filha) – sem ter liquidado e pago o imposto de justiça, que é uma consequência normal para a entrada de documentos fora de prazo, constante na lei há uns 15 a 20 anos.
Confrontado com tal situação, o bastonário replicou “isto é um veto de bolso, nós não fomos notificados para pagar nada”, esquecendo ou ignorando que o regime está estipulado na lei e a parte não tem que ser notificada para pagar a taxa.
Ou seja, à semelhança de muita gente, o bastonário não sabe nada de custas, mas em vez de assumir essa falta de conhecimento atira para o ar duas ou três “bocas” que só convencem os ignorantes.
Vai ver que no orçamento da Ordem esta regra do “olhómetro” vai ser o fio condutor.

Xaxão disse...

Exactamente.

É assustador ouvir o Dr. Marinho Pinto falar.