quarta-feira, novembro 22, 2006

O polvo...

Todos os miúdos têm heróis, acho eu.
Para mim, era a Marilyn porque era linda e o Conrado Cattani porque era interessante e muito corajoso. Agora que comprei uns dvd's da minha série preferida, reparo em pormenores curiosos. Percebo também que o meu lado que gosta do Polvo é o mesmo que me faz manter-me a exercer. É uma ideia poética de justiça (não, não é divina; dessa só me lembro para as maldades...). O episódio da morte dele é dos momentos de televisão que melhor recordo (não tenho ainda... os gajos da FNAC preferem investir em séries ridículas). Ele não fugiu. Olhou de frente.
Vendo à distância, foi também nele que fui buscar forças para ignorar e gozar os gajos da bayer quando me ligavam, me estragavam os carros e matavam os meus amigos domésticos durante anos a fio. Bom...
A vida tem coisas estranhas. Mas, às vezes, a ficção também.

1 comentário:

Anónimo disse...

O polvo... Essa série memorável que me faz lembrar maratonas de vhs, e agora dvd, no sofá. Confesso que não sou grande fã. A minha mãe é, tanto que é ela quem faz as maratonas, e reclama com os tipos da fnac por ainda não haver em dvd as séries após a 5a.

A culpa não é só da fnac, os italianos é que são lentos a converter a série. Neste Verão estavam no mesmo ponto da fnac.

Mas tenta no jumbo, foi lá que comprei a série 4 e 5. Ou então eu posso tentar surripiar os dvd para te emprestar, mas tem de ser por pouco tempo! ;-)