A (s) história (s) sucede (m)-se. Mais um desgosto. Mais umas lágrimas. Mais uma incomensurável (des)ilusão.
Confesso que nem sei exactamente como é que ainda me aguento em pé com um ar minimamente digno. Como é que ergo esta fachada tão sólida. Como é que me consigo reconstruir por fora, enquanto estou em destroços por dentro.
A verdade é que estou cá, não obstante o imenso frio que me gela. Se pudesse mudar quase tudo na minha vida não hesitava. Os meus dias podem ser de pasto para literatura mas é duro viver nesta redoma, onde todos chegam e só eu não consigo sair.
Acima de tudo, tenho imensa pena de mim própria. Se é verdade que, aos 14 anos e à laia de Cassandra, antecipei tudo, também é que houve momentos em que acreditei. Acreditei que merecia ser feliz. Acreditei que tinha direito a amar. E foi justamente esse sonho que me trouxe sempre a infelicidade. Sempre.
2 comentários:
you never know how strong you are until being strong is the only choice you have.
bj
Oi miuda,
Á muito tempo que não sei nada de ti a não ser por aqui e as vezes pelo face.
Aproveito para te dizer que penas têm as galinhas, e tu sabes melhor que ninguém que és especial, muito especial mesmo.
Por vezes o melhor é fazer uma pausa olhar para trás e ver o que correu mal e porquê?
E acredita sempre na felicidade, nunca desistas de ser feliz!
Bjo grande
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