terça-feira, outubro 28, 2008

Sim, Senhora!

Conheci a Clara Costa na Faculdade de Direito de Lisboa, na medida em que lhe sucedi em cargos e lhe ganhei eleições.
Por motivos diversos, ambas tínhamos a mesma lacunha: Dama de Ferro.
Sucede que, já nessa altura, a Clara era muito pouco Dama. Ainda hoje falo das aventuras da menina da Rua dos Soeiros...
A Clara fez o curso muito à custa da época especial para os alunos da Associação (que eu nunca usei), teve uma média baixa e nunca ficou muito conhecida pelos seus dotes jurídicos (já por outros...).
Como é que a Clara volta à ribalta?
É fácil. Aparentemente, teve um pequeno problema de confusão patrimonial que se terá arrastado alguns anitos...
A pergunta que se segue é como é que alguém com o perfil dela chega a Administradora da Gebalis. E a resposta é dada por Maria José Nogueira Pinto explica: foi-lhe recomendada por Marques Mendes.
Curioso não?
Não tinha sido já ele quem a nomeara para um cargo qualquer cujo ordenado mensal era € 7500,00?
Claro que sim. Fundamento? O mesmo de sempre: a sua competência. Atendendo ao perfil dela, acredito que sim. Apenas me permito duvidar que a competência seja em sede de conhecimentos jurídicos...

3 comentários:

Maria Manuela disse...

Beeeeemmmmm eu quero ser tu amaiga para sempre, pá !!! E sim tens toda a razão: 12 é uma média da treta (eu que trabalho desalmadamente e só consigo dedicar-me ao curso no fim de semana tenho a média de 13 garantida e ando aqui a esfolar-me para chegar ao 14) e sim, há muita gente com empregos e gabinetes pelos motivos mais incriveis que não a competÊncia !!! Mas se reparares a menina tem bons padrinhos !!!

;)

bj

Xaxão disse...

Pois tem, pois tem.

(A sério, em termos de ódio pessoal eu e Clara estamos muito bem uma para a outra.)
(Eu fiquei com média de 14 e nunca levei aquilo muito a sério. O tal Senhor dos olhos azuis dizia que, no dia em que eu levasse aquilo a sério, seria a melhor aluna. Nunca levei. A única coisa que eu levava a sério e em que investia eram as noites do Plateau. E da Kapital. E do Alcântara and so on. Ainda não me arrependi. Cada coisa tem o seu tempo. E aquele tempo era para as noitadas. Para me matar a trabalhar, já basta agora)

Beijos

Anónimo disse...

Não dizia, digo.
E acrescento que quem fez uma tese de mestrado a trabalhar que nem uma louca e nas filas de trânsito só pode ter uma cabeça excepcional.
Já a critiquei por não se levar muito a sério. Nos dias que correm, julgo que tem razão.
O que recordo de si são as noitadas de dança no Guincho e não os seus testes, em que copiava escandalosamente, diga-se.
E é esse seu olhar. Sempre intenso. Umas vezes de revolta. A maior parte das vezes de candura.
Um beijo,
M.