Assisti ontem, incrédula, a um simulacro de debate entre a Helena Lopes da Costa (dizem que é um ser humano mas a mim pareceu-me não ter inteligência para sequer ser qualificada como uma galinha...) e o Saldanha Sanches.
Este último, a criatura a quem eu tive de explicar que era um ser diferente do meu pai, com sexo, idade, nome e altura (quanto a esta última lamentavelmente) diversas, defendeu as seguintes ideias:
a) contratar serviços de grandes escritórios de advogados quando existem juristas não tem problema nenhum;
b) contratar serviços por preço superior a uma alminha que está de licença sem vencimento justamente para poder realizar tais tarefas também não tem problema nenhum;
c) denunciarem-se contratos com empresas porque os seus líderes são da oposição também é na boa.
d) adquirirem-se serviços a juristas para compilarem legislação é normnal;
e) Tudo isto pode e deve ser feito sem concurso público.
Sou eu que estou a enlouquecer ou as provas públicas desta criatura foram muito bem chumbadas?
E, de caminho, já agora ele devia acrescentar que nada do que referiu tem qualquer problema porque ele até é fiscalista, até é próximo do PS e até faz pareceres.
Mas isto sou eu... Que segundo ele faço parte de um escritório com clientes porque o meu pai é político.
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